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Competições : Brasil consegue dois quintos lugares no judô em Paris
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| Enviado por webmaster em 07/02/2009 15:00:00 (197 leituras) |
A pontuação das brasileiras é importante no novo modelo de classificação para os Jogos de Londres, em 2012 PARIS - O Grand Slam de Paris começou neste sábado com desempenho modesto para o judô brasileiro. Quatro judocas competiram pelo Brasil e duas delas conseguiram terminar na quinta posição. Com o resultado, Daniela Polzin e Sarah Menezes, ambas da categoria ligeiro (até 48kg), conquistaram 60 pontos cada no ranking mundial. |
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Competições : BRASIL ESTREIA NESTE SÁBADO NO GRAND SLAM DE PARIS
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| Enviado por webmaster em 06/02/2009 22:10:00 (204 leituras) |
Sarah Menezes (-48kg), Daniela Polzin (-48kg), Ketleyn Quadros (-57kg), Camila Minakawa (-63kg), Hugo Pessanha (-90kg) e Luciano Correa (-100kg) buscam os primeiros pontos do Brasil no novo ranking mundial O Judô brasileiro estreia neste sábado (7/2) no Grand Slam de Paris, primeiro torneio do novo circuito mundial da Federação Internacional de Judô. Lutam no sábado Sarah Menezes (-48kg), Daniela Polzin (-48kg), Ketleyn Quadros (-57kg) e Camila Minakawa (-63kg). No domingo (8/2) entram em ação Hugo Pessanha (-90kg) e Luciano Correa (-100kg). |
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Competições : Luciano e Daniel fora do Mundial Absoluto
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| Enviado por FMJ em 20/12/2008 19:25:52 (174 leituras) |
Luciano Correa e Daniel Hernandes foram eliminados na primeira
rodada do Mundial Absoluto, que acontece em Levallois/FRA. A
competição é disputada sem repescagem, e os brasileiros não
puderam voltar para brigar por medalhas.
Luciano foi derrotado por Barna Bor (HUN) por waza-ari, enquanto
Daniel perdeu por koka para Yasuyuki Muneta (JPN).
Confederação Brasileira de Judô
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Competições : LUCIANO CORREA E DANIEL HERNANDES DISPUTAM MUNDIAL ABSOLUTO
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| Enviado por FMJ em 19/12/2008 22:57:38 (190 leituras) |
Competição acontece na França, neste final de semana, e distribui US$ 100 mil em prêmios. Medalhistas olímpicos e mundiais competem pelo Título Supremo.
O Campeonato Mundial Absoluto, em Levallois/França, nos dias 20 e 21 de dezembro, será a última grande competição da temporada 2008 do judô internacional. Alguns dos principais atletas do mundo (38 masculino e 18 feminino) estão nos arredores de Paris para a competição, que distribui US$ 100 mil em prêmios aos medalhistas.
O Brasil será representado pelo campeão mundial de 2007 nos meio-pesados, Luciano Correa, e pelo peso pesado Daniel Hernandes, bronze com a seleção brasileira no último mundial por equipes, em outubro deste ano. A competição começa às 14h (local) no sábado e no domingo. No primeiro dia serão disputadas as eliminatórias. No domingo, acontecem as quartas-de-final, semifinal e final.
Chamado pelos organizadores franceses de “Le Titre Suprême (o título supremo) por reunir judocas sem distinção de categoria, o Mundial Absoluto reunirá nomes como Teddy Rinner (FRA, Campeão Mundial 07, Bronze Olímpico 08), Yasuyuki Muneta (JPN, Campeão Mundial 03-07), Abdulo Tangriev (UZB, Prata Olímpico 08, Bronze Mundial 03-07), Igor Makarov (BLR, Campeão Olímpico 04), Frédéric Demontfaucon (FRA, Campeão Mundial 01, Bronze Olímpico 00); e entre as mulheres Wen Tong (CHN, Campeã Olímpica 08 e Campeã Mundial 07), Celine Lebrun (FRA, Prata Olímpica 00, Campeã Mundial 01) entre outros.
Não imaginava vestir o quimono este ano ainda. Mas não resisti, diz, com bom humor, o meio-pesado Luciano Correa. Fiquei chateado com minha participação em Pequim e espero encerrar o ano de maneira positiva. Ganhei o bronze semana passada da Copa Jigoro Kano e isso foi muito importante para minha motivação. É sempre legal saber que você tem condição de estar entre os principais atletas, completa o campeão mundial de 2007.
Apesar de não ter conquistado a vaga de titular do peso pesado da seleção brasileira em 2008, Daniel Hernandes competiu bastante internacionalmente na temporada. A possibilidade de representar o Brasil no Campeonato Mundial Absoluto faz parte dos planos para os Jogos Olímpicos de Londres 2012.
Espero acabar com a sina do quinto lugar, diz Daniel, que disputou medalha cinco vezes em Mundiais, sendo a última no Rio, em 2007, quando acabou derrotado na luta do bronze.Estou mais experiente e, com isso, erro menos. No Mundial por Equipes, por exemplo, o Brasil precisava do meu ponto contra Muneta na luta com o Japão e eu ganhei por koka. Não errei e soube esperar a hora certa para pontuar, explica o peso pesado, que este ano comemorou o nascimento de sua segunda filha, Beatriz.
De categorias diferentes, Luciano e Daniel garantem que vão trocar informações sobre os adversários após o sorteio. Há atletas meio-pesados e pesados competindo pelo título absoluto na França.
Conhecemos a maioria dos bons atletas que estão aqui, afirma Daniel.
O sorteio das chaves será às 18h (de Paris). Acompanhe o resultado em: www.ijf.org / www.ippon.org / www.letitresupreme.com
Confederação Brasileira de Judô. |
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Competições : Com bronze na bagagem, Luciano Corrêa embarca para a França
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| Enviado por webmaster em 16/12/2008 04:13:10 (200 leituras) |
Luciano Corrêa fez bonito no Japão e conquistou novamente o bronze para o Brasil, na Copa Jigoro Kano — competição mais tradicional do judô mundial, neste fim de semana. Agora, o minas-tenista vai direto para a França, onde disputará o Mundial Absoluto, na próxima quinta-feira, dia 18; a competição se estende até o sábado (20). |
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Competições : Brasil estréia nesta quinta-feira no Campeonato Mundial Júnior
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| Enviado por FMJ em 22/10/2008 17:19:56 (179 leituras) |
O Brasil estréia nesta quinta-feira (23/10) no Campeonato Mundial Júnior de judô, em Bancoc, na Tailândia. Será o maior mundial da categoria de todos os tempos, com 80 países e 497 atletas. Lutam no primeiro dia de competição Sarah Menezes (-48kg), Raquel Lopes (-52kg) e Luis do Carmo (+100kg).
“Estou bem treinada e espero ter um bom desempenho no Mundial. Ganhei muita experiência disputando os Jogos Olímpicos de Pequim e agora encaro de uma forma diferente cada competição”, diz Sarah Menenzes.
Para Camila Minakawa (-63kg) o fato de a equipe júnior ter ajudado na preparação final do time olímpico brasileiro antes dos Jogos de Pequim, também somou mais experiência a todos os atletas.
“Ter treinado com a equipe olímpica no Japão ajudou muito. Estamos confiantes num bom resultado”, afirma.
Está experiência internacional também é percebida em outras delegações. Atletas com “rodagem” internacional estarão em ação no Mundial Júnior. Sete medalhistas da última edição do evento, disputado na República Dominicana em 2003, competem na Tailândia: Teddy Rinner (FRA, +100kg), Alexandra Padyadova (KAZ, -48kg), Maureen Groefsema (NED, -52kg), Mayra Aguiar (BRA, -70kg), Rochelle Nunes (BRA, +78kg), Alibek Bashkaev (RUS, -81kg), Marvin de la Croes (NED, -90kg).
Durante o Campeonato Mundial Júnior o Comitê Executivo da FIJ vai observar o resultado de três novas sugestões na arbitragem da modalidade: o uso do combate direto (sem mate), o fim do koka (pontuação mais baixa do judô) e o Golden Score com três minutos ao contrário dos cinco da regra atual. Além disso, os atletas competirão num novo formato de chave, com repescagem a partir das quartas-de-final e não mais das semifinais.
“Não existe melhor laboratório no mundo para testarmos essas novas regras do que o Mundial Junior”, diz o presidente da FIJ, Sr. Marius Vizer.
O diretor de arbitragem da FIJ, Sr, Juan Barcos, explica a razão desta experiências.
“Tudo o que queremos é manter o espírito do judô. Depois do evento nos vamos colher a opinião dos atletas, técnicos, árbitros e oficiais para ver se as mudanças são boas ou não e a partir daí tomar nossa decisão antes do começo da temporada 2009”.
Primeiros confrontos dos brasileiros no Mundial Júnior.
-48kg: Sarah Menezes x Maria Velazquez (VEN) -52kg: Raquel Lopes x Dang Khoa Ngo Gia (VIE) -57kg: Rafaela Lopes x Om Pongchaliaew (THA) -63kg: Camila Minakawa x Balnur Kiyalbekova (KAZ) -70kg: Mayra Aguiar x Marta Ferrari (ITA) -78kg: Steffani Lupetti x Kayla Harrison (EUA) +78kg: Rochelle Nunes x Ji-yaoun Kim (COR)
-60kg: Felipe Kitadai x Chamara Dharmawardhana (SRI) -66kg: Marcos Seixas x vencedor de Ange Kawmanga Kuku (COD) x Meshal Alharbi (KUW) -73kg: Victor Penalber x Tadej Ceh (SLO) -81kg: Marcelo Filho x Abdullah Alshammari (KUW) -90kg: Bruno Altoe x Kyu Won Lee (KOR) -100kg: Marcos de Lima Júnior x Thanakron Trirantanavarapon (THA) +100kg: Luis do Carmo x Matthew Jao (PHI)
Programação
23/10 – Categorias -48kg, -52kg e +100kg
24/10 – Categorias -57kg, -63kg, -100kg e -90kg
25/10 – Categorias -70kg, -78kg, -81kg e -73kg
26/10 – Categorias +78kg, -66kg e -60kg
Confederação Brasileira de Judô
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Competições : Deanne, atleta da Adevibel conquista medalha de Prata nos Jogos Paraolímpicos
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| Enviado por webmaster em 09/09/2008 00:00:00 (358 leituras) |
A Deanne é uma atleta deficiente visual, apresenta menos de 10% de visão, tem 26 anos de idade e iniciou no Judô no ano de 2000. No ano passado foi 3° lugar nos Jogos Parapan realizados no Rio de Janeiro.
Nos jogos Paraolímpicos, primeira participação no exterior, venceu a primeira luta de IPPON da atleta da Espanha, venceu a segunda luta, também de Ippon, para a atleta Japonesa e não suportou a pressão na final, perdendo para a atleta da China.
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Competições : JUDÔ MANTÉM TRADIÇÃO OLÍMPICA E FAZ HISTÓRIA NA CHINA
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| Enviado por FMJ em 15/08/2008 12:26:05 (172 leituras) |
O judô brasileiro seguiu vitoriosa tradição olímpica e encerrou a participação nos Jogos de Pequim 2008 com mais três medalhas conquistadas. Já são 15 no total o que, até a definição das demais modalidades deixa o judô como mais vitorioso esporte do Brasil em todos os tempos, à frente de vela (14) e atletismo (13). Além disso, é o único que desde Los Angeles 84, sempre subiu ao pódio (são sete edições consecutivas). De quebra, a leve Ketleyn Quadros foi a primeira mulher a conquistar medalha em esporte individual no Brasil. Em Pequim, o judô conquistou três bronzes, um quinto, dois sétimos e um nono lugar.
“Nossa medalha de ouro foi a Ketleyn”, elogia o coordenador técnico da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson. “No masculino, destaco o Eduardo Santos, que mesmo terminando em sétimo lugar, mostrou personalidade como se já tivesse disputado uma Olimpíada. Entrou motivado, não sentiu pressão da torcida. Foi um verdadeiro guerreiro que poderia ter chegado ao pódio”, completou.
Da meta estabelecida pela CBJ, o Brasil cumpriu à risca quase todas. Fez mais lutas do que em Atenas, classificou mais pesos do que nos Jogos de 2004, foi ao pódio no feminino. Faltou apenas o ouro.
“Vencemos mais lutas do que no passado, renovamos a equipe, conquistamos as três medalhas que tínhamos como meta e quebramos o tabu do feminino. Claro que quem tem três campeões mundiais na equipe sempre acredita no ouro. Mas a diferença enre o bronze e o ouro é mínima e talvez nos tenha faltado algum detalhe. Tínhamos muita munição para atirar, acertamos três e faltou acertar somente na mosca”, avaliou Ney. “Como já prevíamos, foi uma Olimpíada muito dividida. Apenas China e Japão conquistaram mais de uma medalha de ouro. A Rússia, um país de tradição, sequer subiu ao pódio. A Geórgia só ganhou uma medalha e a França, com grande tradição e investimento, ficou aquém das expectativas. A África levou três medalhas. Apenas um campeão mundial – o georgiano – confirmou seu título em Pequim”, explicou o coordenador técnico.
O planejamento iniciado em 2004 foi cumprido à risca, com intercâmbio constante com as principais potências do judô mundial.
“Os atletas reconhecem o trabalho que foi feito. Fizemos a melhor preparação possível. Talvez agora tenhamos que dar um pouco mais de atenção à parte psicológica, que em alguns momentos pode ter sido determinante. Vamos reunir a comissão técnica para avaliar o que podemos fazer para continuar melhorando sempre”, disse Ney Wilson.
O processo seletivo para o próximo ciclo já começou. Uma seletiva reunindo atletas campeões brasileiros e juniores será feita para determinar um atleta a enfrentar o atual reserva da seleção olímpica. Esses dois farão nova seletiva e irão com o titular dos Jogos de Pequim para competições internacionais. Aquele com melhor resultado será o titular em 2009.
“Nesse final de ano vamos dar uma folga à equipe olímpica, que está esgotada. O próximo ano é um ano leve, apenas com o Mundial na Holanda, em setembro, e com o Pan-Americano que ainda não vale ponto para o ranqueamento olímpico”, explicou.
Ney Wilson elogiou ainda a participação de Edinanci Silva, que disputou em Pequim a sua quarta Olimpíada consecutiva.
“O quinto lugar dela por si só já seria histórico. Ela cumpriu perfeitamente seu papel na China e posso afirmar que a medalha da Ketleyn tem um pedacinho dela também. Por tudo o que fez, merecia ter saído com uma medalha”, finalizou.
Manoela Penna, de Pequim
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Competições : Com três bronzes, judô brasileiro encerra Olimpíadas abaixo das expectativas
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| Enviado por FMJ em 15/08/2008 10:21:43 (190 leituras) |
Bruno Doro Em Pequim (China)
Os bons resultados do judô na temporada passada criaram a expectativa de que a seleção nacional teria seu melhor desempenho em Olimpíadas neste ano. A esperança, porém, foi encerrada com a eliminação do pesado João Gabriel Schlittler, que não conseguiu a quarta medalha de bronze da modalidade em Pequim.
Com o resultado, a melhor campanha do Brasil no judô continua sendo a das Olimpíadas de Los Angeles-84. Na ocasião, a seleção comandada pelo treinador Massao Shinohara - pai de Luis Shinohara, atual técnico do time masculino - terminou a disputa com três medalhas, mas uma de prata (Douglas Vieira) e duas de bronze (Luis Onmura e Walter Carmona). Na época, o judô feminino ainda não era disputado.
Caso João Gabriel subisse ao pódio, a seleção poderia superar o desempenho de 24 anos atrás pelo menos no número de medalhas. No quadro geral, o Brasil tem apenas dois campeões olímpicos, Aurélio Miguel em Seul-1988 e Rogério Sampaio em Barcelona-1992.
Em Pequim, a comissão nacional terá de se contentar com a 18ª colocação no quadro geral da modalidade após os terceiros lugares de Tiago Camilo, Leandro Guilheiro e Ketleyn Quadros, a primeira brasileira a conquistar medalha olímpica em uma disputa individual.
"A nossa maior evolução, sem dúvida, foi no feminino. Era um desafio, essa medalha estava pendente e a Ketleyn conseguiu. Só o quinto lugar da Edinanci já seria inédito, mas tivemos ainda a medalha e vencemos mais lutas. Os resultados mostram que evoluímos, como a campanha no Pan-Americano do Rio de Janeiro já mostrava", comentou o coordenador da seleção, Ney Wilson, lembrando as sete medalhas das brasileiras no torneio continental.
O Brasil foi para a China entre os favoritos para conquistar ao menos um ouro no judô. A expectativa foi criada após o desempenho no Campeonato Mundial no Rio de Janeiro, no ano passado, quando João Derly (66 kg), Luciano Corrêa (100 kg) e Tiago Camilo (81 kg) foram campeões. João Gabriel ainda levou o bronze depois de derrotar o japonês Kosei Inoue, considerado um dos maiores judocas da história.
Quase um ano depois, os medalhistas brasileiros do Mundial não corresponderam à pressão colocada sobre eles em Pequim. Tiago Camilo ainda se redimiu da derrota nas quartas-de-final para o alemão Ole Bischof e ficou com o terceiro lugar em grande forma.
Os outros que entraram com o título mundial decepcionaram e ficaram longe da briga pelo pódio. João Derly perdeu sua segunda luta para o português Pedro Dias e nem mesmo voltou à repescagem. Luciano Corrêa, por sua vez, esteve apático no tatame e foi superado duas vezes em Pequim: na estréia, contra o holandês Henk Grol, e na segunda luta da repescagem, contra o polonês Przemyslaw Matyaszek.
O desempenho do Brasil no circuito de Copas do Mundo na Europa em 2008 já dava sinais de que o domínio verde-amarelo do tatame não se repetiria. O país conquistou só um ouro em todas as competições que disputou, com Mayra Aguiar na Polônia. O país foi medalhista mais quatro vezes, com Sarah Menezes em Budapeste, Tiago Camilo e Leandro Guilheiro em Hamburgo e Guilheiro, mais uma vez, em Moscou.
"O judô mundial mudou. A Rússia, por exemplo, sempre foi uma potência e deixa as Olimpíadas sem ganhar nenhuma medalha. A França teve um desempenho abaixo das expectativas. A Geórgia conseguiu um ouro, mas só isso. E era um país em que todos apostavam que poderia surpreender. Além disso, 19 países conquistaram medalhas e isso mostra que nosso resultado, no geral, foi bom", completou Wilson, sendo que na verdade 25 países medalharam no judô em Pequim |
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Competições : EDINANCI TERMINA EM QUINTO EM PEQUIM
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| Enviado por FMJ em 14/08/2008 08:55:49 (164 leituras) |
Campeão mundial Luciano Correa é derrotado na repescagem
Em sua quarta participação Olímpica, a meio pesado Edinanci Silva conseguiu dar um passo adiante, terminando em quinto lugar na competição (nas outras três vezes ficou em sétimo). Mas ter terminado tão perto da medalha deu lugar à tristeza e não à felicidade.
“Estou frustrada. Por um lado é claro que fiquei satisfeita por ter deixado o sétimo lugar para trás. Mas por outro é muito triste terminar fora do pódio. Fiz uma preparação muito boa, com todo o incentivo da Confederação, e infelizmente acabo sem a medalha”, lamentou Edinanci. “A comissão técnica sempre acreditou em mim e só tenho a pedir desculpas por não ter vencido. Eu entrei na luta com a coreana, pelo bronze, com vontade e tática. E ela veio com o antídoto para me vencer”, completou a judoca, que tem duas medalhas de bronze em campeonatos mundiais (1997 e 2003).
O campeão mundial dos meio-pesados, Luciano Correa, também usou a palavra frustração para definir seu sentimento após ser eliminado pelo polonês Przemyslaw Matyjaszek na repescagem.
“É frustrante. Me preparei para a medalha. Vou sentar com os técnicos para identificar onde errei e trabalhar para subir ao pódio nesse novo ciclo olímpico que começa”, falou Luciano. “A cada dia que passa o judô tem se diversificado mais, com atletas de diferentes países chegando às medalhas. Todos estão sendo mais estudados, sobretudo eu, que fui bronze em 2005 e campeão mundial em 2007.”, completou.
Luciano já pensa em Londres 2012. Edinanci Silva não deixa claro que quer brigar para ir à sua quinta Olimpíada, mas também evita falar em aposentadoria.
“Se eu tiver motivação para estar lá com certeza lutarei para ir a Londres”, afirmou.
-78kg: Perdeu para Esther San Miguel (ESP) por yuko Venceu Vera Moskalyuk (RUS) por ippon Venceu Lucia Morico (ITA) por ippon Venceu Lkhamdegd Purevjargal (MGL) por ippon Perdeu para Gyeongmi Jeong (KOR) por ippon
-100kg: Perdeu de Henk Groll (NED) por ippon Venceu Ariel Zeevi (ISR) por yuko Perdeu de Przemyslaw Matyjaszek (POL) por ippon
Manoela Penna, de Pequim
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